A um mês dos Jogos de Inverno, Brasil tem vagas em 2 modalidades

Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 (Pequim), que acontecem entre os dias quatro e 20 de fevereiro de 2022, devem reunir atletas de mais de 90 países em 15 modalidades, com o programa prevendo a realização de 109 finais. A expectativa é que a delegação brasileira seja formada por até 14 pessoas.

O ranking olímpico das principais modalidades fecha no dia 16 de janeiro. Até o momento, o país já tem garantidas quatro vagas. No esqui cross country são duas mulheres e um homem. No masculino, Manex Silva e Steve Hiestand atingiram resultados que os colocam como prioridades na participação. No feminino, Bruna Moura, Eduarda Ribera e Jaqueline Mourão estão na lista de prioridades de participação.

Já no esqui alpino, Michel Macedo, maior nome brasileiro da modalidade, venceu a prova de Slalom na Proctor Ski Area, nos Estados Unidos, no último final de semana, e deve ficar com a vaga. No feminino Isabella Springer ainda pode se garantir. Porém, ela precisa completar mais quatro provas com pontuação abaixo dos 160 pontos de acordo com a Federação Internacional (FIS). Até o momento, ela tem uma prova dentro desses critérios, que foi completada em 22 de dezembro.

Além disso, existem boas chances de classificação no skeleton feminino. Na modalidade, Nicole Silveira alcançou a 9ª colocação na 5ª etapa da Copa do Mundo em Altenberg (Alemanha). Foi a melhor colocação de um atleta brasileiro na história. Na 6ª etapa, em Sigulda (Letônia), ficou na 24ª posição. Nesta sexta-feira (7), ela disputa a 7ª etapa em Winterberg e fecha as competições com a 8ª etapa em St. Moritz no dia 14.

No bobsled masculino, nas provas de 4-man (quatro homens) e 2-man (dois homens), os brasileiros estão bem encaminhados. E no monobob feminino, com Marina Tuono, as chances são muito grandes também. O time masculino do Bobsled finalizou as competições de 2-man, 4-man e monobob (um homem) da North American Cup (NAC) em Lake Placid (Estados Unidos), em dezembro, conquistando importantes resultados para pontuação no Ranking Olímpico.

No feminino, Marina participa da 7ª etapa da Copa do Mundo em Winterberg na próxima sexta-feira (7) e fecha as competições com a 8ª etapa em St. Moritz no dia 15 de janeiro. O masculino também participará dessa etapa nos dias 15 e 16. Todos ficam treinando na Europa, antes de viajar para a China.

A modalidade do esqui estilo livre tem Sabrina Cass representando o país. A brasileira disputa a prova no estilo moguls, corrida cronometrada de esqui livre em um percurso ingrime. Ela está na zona de classificação para Pequim 2022 e compete em Tremblant (Canadá) também na próxima sexta (7). Cinco dias depois busca os últimos pontos no ranking em Deer Valley (Estados Unidos) e fecha a temporada de competições antes dos Jogos Olímpicos em Chiesa in Valmalenco (Itália). No naipe masculino, os irmãos Dominic e Sebastian Bowler buscam a vaga na prova de halfpipe. Eles competiram na Copa do Mundo em Calgary (Canadá) no último final de semana. Sebastian teve o melhor desempenho com o 24º lugar e 37.50 pontos FIS. A próxima etapa será em Mammoth Mountain, Estados Unidos, entre os dias seis e oito de janeiro. Eles também competirão no Slopestyle, em que Dominic já tem mais de 50 pontos FIS, mas precisa obter um top 30.

No snowboard somente Augustinho Teixeira, no halfpipe, ainda tem chances de se classificar. Ele disputa mais duas provas nos próximos dias. Estará em Mammoth Mountain na quinta-feira (6) e em Laax (Suíça) no dia 13. O atleta, de apenas 16 anos, já alcançou o top 30, um dos requisitos para a vaga Olímpica de 2022.

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Fluminense sofre, mas estreia com vitória na Copa São Paulo

O Fluminense sofreu, mas estreou com vitória na Copa São Paulo de Futebol Júnior, nesta terça-feira (4) no estádio Dr. Hudson Buck Ferreira, em Matão. O Tricolor passou pela Jacuipense por 1 a 0 e divide a liderança do Grupo 6 com o Fast. As duas equipes somam três pontos, com um gol marcado cada.

O Fluminense foi para cima desde o apito inicial, mas encontrou problemas com os contra-ataques do time baiano. A primeira chance foi do Tricolor, logo aos três minutos, com Yago, que chutou em cima de Ítalo. Aos 18 minutos ele teve outra oportunidade. Jefté subiu pela esquerda e tocou para trás. Yago apareceu na marca do pênalti, sem marcação, e chutou de primeira, por cima do gol.

A Jacuipense respondeu com outro lance perigoso, aos 31 minutos. Após boa jogada pela esquerda, Vinícius Amaral tocou para Júlio, que devolveu de letra. O camisa 8 entrou sozinho na área e tentou o ângulo esquerdo do goleiro Thiago Gonçalves, mas finalizou para fora.

Em um primeiro tempo de muitos gols perdidos, o mais inacreditável foi aos 37 minutos. Matheus Martins recebeu passe e ficou na cara do goleiro. Ele driblou Ítalo e tocou para marcar, mas Paulo Miranda apareceu para salvar em cima da linha.

A Jacuipense voltou melhor para o segundo tempo e dificultou a criação do Fluminense. O Tricolor finalmente conseguiu abrir o placar na bola parada. Aos 30 minutos, Matheus Martins cobrou falta pela esquerda, Felipe Andrade escorou para trás e Davi cabeceou. Ítalo ainda tocou na bola, mas não evitou o gol. A Jacuipense teve a chance do empate aos 41 minutos, quando Deilson recebeu lançamento, tentou driblar o goleiro, mas Thiago Gonçalves salvou o time carioca.

Na próxima rodada, a Jacuipense enfrenta o Matonense, na próxima sexta-feira (7), a partir das 13h (horário de Brasília). Já o Fluminense pega o Fast, às 15h15. Todos os jogos do Grupo 6 são disputados em Matão.

Outros resultados desta terça-feira:

Votuporanguense 6 x 1 Monte Azul
Tanabi 2 x 2 Guarani
Vila Nova 2 x 0 Aquidauanense
Bahia 2 x 2 Atlético-MT
Matonense 0 x 1 Fast
Manthiqueira 1 x 3 XV de Piracicaba
São José-RS 0 x 1 São José-RS
União Suzano 1 x 1 Ituano
Fortaleza 6 x 0 Concórdia AC
Jaguariúna 0 x 6 Bragantino
ABC 1 x 1 Fluminense-PI
Guarulhos 0 x 0 Flamengo-SP
Avaí 9 x 0 Santana
Mauaense 1 x 2 Mauá
Atlético-GO 3 x 2 Volta Redonda
Juventus-SP 1 x 1 Portuguesa Santista
CRB 0 x 3 Canaã

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Universidades abrem inscrições para vestibular indígena unificado

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estão com inscrições abertas para o vestibular indígena. A partir deste ano, o processo seletivo das duas instituições será o mesmo. Os candidatos farão apenas uma inscrição, indicando até dois cursos, um em cada universidade. O prazo vai até 20 de janeiro.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site da Comvest. Os editais com as regras e as vagas por curso e o calendário completo do processo seletivo estão disponíveis tanto no site da UFSCar quanto no da Unicamp.

Na UFSCar, esta será a 15ª edição da modalidade de ingresso para estudantes indígenas e na Unicamp, a quarta. A Unicamp oferece 130 vagas, distribuídas em todos os cursos da universidade, e a UFSCar, até duas vagas, em 65 diferentes opções de cursos.

Para participar, os candidatos deverão comprovar que pertencem a uma das etnias indígenas do território brasileiro, por meio da documentação especificada no edital, a ser entregue no dia da prova do vestibular. Além disso, os participantes não podem ter cursado nenhum período do ensino médio em escola particular. Um dos pré-requisitos é ter feito o ensino médio integralmente na rede pública, ou em escolas indígenas reconhecidas pela rede pública de ensino, ou ter obtido a certificação em exames oficiais, como o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). Caso sejam aprovados no vestibular, os estudantes terão de comprovar as exigências, apresentando no ato da matrícula toda a documentação exigida.

A prova para ambas universidades será a mesma e poderá ser feita em Bauru e Campinas (SP); Dourados (MS); Manaus, São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga (AM) e no Recife no dia 13 de março. Para prestar o exame, os candidatos deverão apresentar o registro administrativo de nascimento de indígena (Rani), a declaração de etnia e de vínculo com a comunidade indígena original e a carteira de identidade, desde que conste a origem e etnia do candidato.

A prova será em português. O programa de estudos para a prova está disponível no edital do exame. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail ingresso@ufscar.br.

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Com novos casos de covid-19, Rio cancela blocos de rua no carnaval

A prefeitura do Rio de Janeiro decidiu cancelar os blocos de rua no carnaval de 2022. A decisão foi tomada levando em conta os dados epidemiológicos, que apontam para um novo aumento de casos de covid-19 após um período de quedas. Representantes de diversos blocos foram informados pelo prefeito Eduardo Paes durante uma reunião na tarde de hoje (4). Em seguida, Paes falou sobre o assunto em uma live.

“O carnaval de rua nos moldes que eram feitos até 2020, já não aconteceu em 2021 e não vai acontecer em 2022. Eu falo aqui como um prefeito que gosta de carnaval, como um cidadão, mas infelizmente a gente não pode fazer”, disse.

Segundo o prefeito, os desfiles no sambódromo estão mantidos, bem como também poderão ocorrer bailes em locais fechados. Um protocolo de controle para o público ainda será detalhado. Estar em dia com a vacinação será um dos pré-requisitos para poder acessar esses eventos. O uso de máscara também será necessário.

“Se podemos ter jogos do Flamengo no Maracanã e jogos do Vasco em São Januário, podemos ter desfile da Portela, da Mangueira, do Salgueiro, da Beija-Flor no estádio do samba que é a Marquês de Sapucaí. Basta que os protocolos adotados para o futebol sejam transferidos. Isso também vale para as festas em espaço fechado, onde você tem como estabelecer controle. O carnaval de rua, pela sua própria natureza e pelo aspecto democrático que tem, gera a impossibilidade de exercer qualquer tipo de fiscalização”, acrescentou Paes.

O cancelamento de eventos de carnaval devido à covid-19 tem se tornado uma realidade em todo o país. Os 29 municípios que fazem parte da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais tomaram essa decisão por unanimidade. O governo da Bahia também desautorizou eventos nas cidades baianas. No estado do Rio de Janeiro, Niterói e Maricá já seguiram o mesmo caminho.

Alternativa

Alguns blocos tradicionais da capital fluminense como a Banda de Ipanema e o Bloco da Preta, que arrastam multidões, já haviam informado que não desfilariam neste ano. Outros aguardavam um posicionamento do poder público, como os 11 vinculados à Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul, Santa Teresa e Centro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (Sebastiana), uma das entidades presentes na reunião com o prefeito.

O carnaval de rua do Rio de Janeiro mobilizou nos últimos anos em que ocorreu cerca de 450 blocos, demandando uma preparação prévia de diversos órgãos públicos como a Guarda Municipal, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Conlurb), entre outros. Também requer estrutura, por exemplo, para a disponibilização de banheiros químicos.

Através de uma chamada pública, a cerveja Brahma havia fechado um patrocínio de R$39 milhões. Segundo Paes, a empresa Ambev, responsável pela marca, cobrou nas últimas semanas uma decisão definitiva para que houvesse tempo hábil de planejar a eventual montagem da estrutura.

A prefeitura concordou que precisava dar uma resposta e chegou a oferecer uma proposta alternativa à patrocinadora e aos blocos: concentrar em três espaços públicos a apresentação dos blocos, com distribuição gratuita de ingressos, cobrança da comprovação vacinal e testagem prévia. Os locais sugeridos eram o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca; o Parque Madureira, na zona norte; e mais um local na zona oeste a ser definido.

A proposta, no entanto, não seduziu representantes dos blocos, que enfatizam a ligação com os territórios tradicionais por onde desfilam. A prefeitura informou estar aberta a contrapropostas que sejam consideradas viáveis.

Aumento dos casos

Segundo o secretário municipal de saúde, Daniel Soranz, o aumento de casos está relacionado com a Ômicron, nova variante do coronavírus causador da covid-19. Ela já vinha se alastrando na Europa desde novembro. Segundo Soranz, a Ômicron se dissemina de forma mais rápida, mas não  tem gerado aumento de casos graves. 

“Tinha 17 semanas que registrávamos redução dos casos de covid-19. De repente, a gente começa a ter um aumento de novos casos e isso é indicativo de uma nova variante. Toda vez que temos uma nova variante chegando significa que teremos mais casos. Felizmente esses casos não estão gerando aumento de casos graves, óbitos e internações. Claro que isso ainda é precoce, estamos avaliando”, disse.

O secretário enfatizou a importância da terceira dose da vacina. No Rio de Janeiro, ela já foi aplicada em 30,4% da população com 18 anos ou mais. Soranz comentou ainda sobre os riscos de dupla infecção, diante do surto de gripe, que se tornou uma nova fonte de preocupação no início do mês passado. Segundo ele, 17 casos suspeitos de contaminação simultânea de covid-19 e de gripe estão sendo investigados.

“São casos isolados. Não é algo que tenha relevância epidemiológica.  Não tem nenhum tipo de característica de que isso será uma regra. Pelo contrário, a epidemia de gripe não existe mais na cidade. Temos 82% a menos de casos do que tínhamos na primeira semana de dezembro”, afirmou.

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São Paulo registrou 110 casos de codetecção de Influenza e covid-19

O estado de São Paulo registrou 110 casos de codetecção do vírus Influenza e do vírus da covid-19 considerando todo o ano de 2021, informou a Secretaria de Estado da Saúde. Isso significa que os pacientes contraíram as duas doenças ao mesmo tempo.

Os dados foram extraídos do sistema Sivep-Gripe e referem-se a casos hospitalizados que tiveram critério de encerramento laboratorial e positividade para Influenza e SARS-CoV-2 por meio de teste rápido de antígeno, imunofluorescência ou RT-PCR.

A secretaria ressalta que, conforme definição do Ministério da Saúde, somente os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) são de notificação compulsória, ou seja, apenas casos com necessidade de hospitalização.

“As medidas já conhecidas pela população seguem cruciais para combater a pandemia do coronavírus: uso de máscara, que segue obrigatório em SP; higienização das mãos (com água e sabão ou álcool em gel); distanciamento social; e a vacinação contra a covid-19 e Influenza”, divulgou a pasta em nota.

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Covid-19: Brasil registra 18,7 mil casos e 175 mortes em 24 horas

Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 18.759 novos casos de covid-19 e 175 mortes em consequência de complicações associadas à covid-19. As informações estão no novo balanço do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (4).

Com os novos casos, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus chegou a 22.323.837. O número de casos ativos voltou a ultrapassar os 100 mil após semanas abaixo dessa marca. Segundo a atualização de hoje, há 100.499 com covid-19.

A quantidade de pessoas infectadas com a variante Ômicron chegou a 170. Deste total, foram identificados 40 casos no Ceará, 38 em Goiás e em Santa Catarina e 27 em São Paulo. Há também casos confirmados da nova variante em Minas Gerais (16), Rio Grande do Sul (4), Rio de Janeiro (3), Rio Grande do Norte (2), Espírito Santo (1) e no Distrito Federal (1).  Ainda há 518 potenciais casos em investigação, a maioria no Rio de Janeiro (309) e Minas Gerais (114).

Boletim Ômicron
Boletim Ômicron

Boletim Ômicron – 04/01/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Com as novas mortes adicionadas às estatísticas, a quantidade de vidas perdidas para a pandemia alcançou 619.384. Ainda há 2.830 falecimentos em investigação, dados relativos a ontem. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 demanda exames e procedimentos posteriores.

Até esta terça-feira, 21.603.954 pessoas se recuperaram da doença.
 
Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Boletim epidemiológico covid-19
Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – 04/01/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (155.242), Rio de Janeiro (69.513), Minas Gerais (56.683), Paraná (40.900) e Rio Grande do Sul (36.460).

Os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.852), Amapá (2.023), Roraima (2.078), Tocantins (3.944) e Sergipe (6.059). Entre ontem e hoje não houve novas mortes no Amapá e em Roraima.  

Vacinação

Até esta terça-feira (4), foram aplicados 329,4 milhões de doses, sendo 161,3 milhões com a primeira dose e 143,8 milhões com a segunda dose ou dose única. Mais 15,5 milhões receberam a dose de reforço.

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Bolsonaro tem boa aceitação de dieta líquida, diz boletim médico

O presidente da República, Jair Bolsonaro, aceitou bem a alimentação líquida e teve retirada a sonda nasogástrica, segundo boletim médico divulgado na noite de hoje (4) pelo hospital Vila Nova Star, onde está internado desde ontem, na zona Sul da capital paulista. De acordo com o informe, o trato digestivo de Bolsonaro mostra sinais de recuperação, mas ainda não há previsão de alta.

“O Hospital Vila Nova Star informa que o senhor presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, evoluiu com boa aceitação da dieta líquida ofertada durante o dia, o que motivou a retirada da sonda nasogástrica. O trato digestivo do paciente mostra sinais de recuperação. No momento, não há previsão de alta”, diz o texto do boletim.

No boletim médico anterior, divulgado hoje pela manhã, o hospital informou que o presidente não precisaria se submeter a uma intervenção cirúrgica. Bolsonaro foi internado na madrugada de ontem em razão de dor abdominal. As primeiras informações do hospital divulgaram que ele tinha um quadro de obstrução intestinal. 

Em julho de 2021, o presidente também foi internado com suboclusão intestinal e passou quatro dias no Hospital Vila Nova Star, onde  também foi atendido pelo cirurgião Antônio Luiz de Macedo.

Desde o atentado na campanha eleitoral de 2018, no qual Bolsonaro levou uma facada na região abdominal, o presidente já passou por um total de sete cirurgias na região do abdômen para correção das lesões sofridas no intestino.

 

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Dólar encosta em R$ 5,70, impulsionado por exterior

Em mais um dia de turbulências no mercado financeiro, o dólar voltou a encostar em R$ 5,70, impulsionado pela cotação internacional. A bolsa de valores caiu pelo segundo dia seguido.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (4) vendido a R$ 5,69, com alta de R$ 0,027 (+0,48%). A cotação chegou a cair para R$ 5,64 na mínima do dia, por volta das 12h30, mas reverteu a tendência e voltou a subir durante a tarde. O Banco Central não interveio no câmbio.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela tensão. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 103.514 pontos, com recuo de 0,39%. O indicador chegou a subir pela manhã, mas perdeu força no decorrer da sessão.

A bolsa não teve o indicador norte-americano como referência. Dos três principais índices de Nova York, apenas o Dow Jones encerrou com alta, batendo recorde sob a influência de ações de bancos. Os outros dois índices, o Nasdaq (das empresas de tecnologia) e o S&P 500 (das 500 maiores empresas) fecharam em queda.

A expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) comece a elevar os juros da maior economia do planeta em março voltou a elevar a cotação do dólar no mercado global. Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

A evolução da variante Ômicron do novo coronavírus também influenciou as negociações. Os recentes estudos que mostram que a nova variante é menos letal que as anteriores aumentaram as apostas de que o Fed não adiará o aumento de juros, porque o recorde de contágios terá impacto limitado sobre a economia dos Estados Unidos.

*Com informações da Reuters

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MEC abre chamada para aplicadores da prova do ENEM em janeiro

O Ministério da Educação (MEC) enviou novas convocações a pessoas cadastradas como certificadores, que auxiliam na aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) que serão realizadas nos dias 9 e 16 deste mês.

A aplicação do exame agora em janeiro ocorrerá para alunos que solicitaram uma nova oportunidade de fazer a prova e para pessoas isentas de pagamento de taxa no ENEM de 2020 que puderam se inscrever na edição do ano passado.

Uma exigência para a convocação dos certificadores é a aprovação em um curso de capacitação realizado em 2021. Os colaboradores nessa situação precisam verificar a convocação na página de acompanhamento ou em seus e-mails cadastrados.

O Exame Nacional do Ensino Médio é utilizado como critério de acesso ao ensino superior em instituições federais de ensino e em outras faculdades e universidades, inclusive privadas. As notas no Enem também são tomadas como referência para a concessão de determinados benefícios, como o financiamento estudantil (Fies). 

Acompanhe a cobertura da Agência Brasil sobre o Enem 2021:

Enem 2021

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Inep inclui 112 docentes em banco de avaliadores de cursos superiores

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou hoje (4) que 112 professores foram incluídos no Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis). A inclusão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Os docentes vão atuar na avaliação presencial e virtual de cursos de graduação e das instituições de educação superior, uma das atribuições do Inep. Desde a publicação do edital de seleção, 345 professores foram incluídos no banco nacional de avaliadores. 

Em abril de 2021, devido à pandemia de covid-19, o Inep iniciou a avaliação virtual e presencial da qualidade de cursos universitárias. Anteriormente, o procedimento era feito somente de forma presencial.

Segundo o instituto, o rigor acadêmico e técnico foi mantido na nova modalidade. A avaliação presencial foi mantida apenas nos cursos de medicina, odontologia, enfermagem e psicologia. 

No ano passado, o Ministério da Educação (MEC) registrou recorde de criação de 600 mil vagas no ensino superior. De acordo com a pasta, 436,3 mil foram para cursos à distância e 159,8 mil para cursos presenciais, o maior número entre 2015 e 2021.

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